A Banca do Distinto – Badi Assad – letras

Não fala com pobre, não dá mão a pretoNão carrega embrulhoPra que tanta pose, doutorPra que esse orgulhoA bruxa que é cega esbarra na genteE a vida estancaO enfarte lhe pega, doutorE acaba essa bancaA vaidade é assim, põe o bobo no altoE retira a escadaMas fica por perto esperando sentadaMais cedo ou mais tarde ele acaba no chãoMais alto o coqueiro, maior é o tombo do coco afinalTodo mundo é igual quando a vida terminaCom terra em cima e na horizontal

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