Escrevi o seu nome na areiaPra ver se matava a minha saudadeDe repente a chuva caiuUma onda surgiu, seu nome apagouE a areia ficando molhadaCom o pranto amargo que o tempo chorouE a areia ficando molhadaCom o pranto amargo que o tempo chorouVi a chuva desfazer seu nomeEu senti no peito uma dor sem igualCompreendi que era o último adeusDe quem tanto amei, comecei chorarPois a vida de quem vive amandoà um barco triste perdido no marPois a vida de quem vive amandoà um barco triste perdido no marMinha vida é igual a do barcoPerdido nas águas do imenso marAté que uma onda apareçaE me arremessa pra perto do caisEu espero também que o destinoMe mandar de volta quem amo demaisEu espero também que o destinoMe mandar de volta quem amo demais