A violência fecha o cercoA maldade toma formaO pior dos pesadelosà aquele que retornaE cada vez mais fundo cortaQuem não tem nada a perderNão espera pela paz na morteE da vida faz a guerraEnquanto ainda é forteEsmurra sua cara feiaRouba o sangue de suas veiasA cidade que já foiUm dia acolhedoraSe curva, se entregaà metralhadoraFria, triste e sombriaNa aparência ainda enganaAinda encanta até o diaQue a rajada te alcançaQuem não tem nada a perderNão espera pela paz na morteE da vida faz a guerraEnquanto ainda é fortePor Victor Teixeira (Aracaju – SE)victor_guitar_69@hotmail.com