A Sina – Campus Elísius – letras

Sigo a sina mais uma vez, o terror de mais um talvez.Sinto dores incessantes, sinto amores, medos e tranzes.Estou no meio da meia-vida e sinto minha alma despida,sigo a sina mais uma vez, o terror de mais um talvez.E eu bem que tentei te avisarque a pior doença é a que está por se inventar.Dependo sendo auto-suficiente, o futuro a mim pertence.Desejos da libido incontroláveis dentro do inconsciente.Abomino regras mas obedeço a elas, em histórias paralelas eu é que faço as regras.Sou um idiota idealista (mais um falso moralista) (o mais novo imperialista)a mim nada mais pertence.Não vejo nada a minha frente, destruição… imagens comoventes.As descobertas relevantes são mutações de genes constantes.Antigas visões de um novo mundo, autômatos com ego profundo.Crio a sina mais uma vez, sem pensar em mais um talvez.

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