Disse-me o orgulhoQue eu ja fora nobreMas a vida, que é continua lutaEra apenas eu, a madeira brutaQue uma camada de verniz recobreVenceu-me a fortuna, que fascina o pobreQue o lar do rico, muitas vezes em lutaCobrou-me a morte, o preço da disputaSete palmos de terra que nos cobreHoje graças a Deus nas horas calmasCom um abraço de luz unindo as almasSinto a força do bem em cada preceà o amor de Jesus que a tudo aquece