Eu souO monstro que não vêQue tudo vai nascerSem mimNinguémPrecisa de ninguémAlém do seu jornalA noiteE se me chamaremPode ser que seja o meu dublêE se me perguntaremPai, o quê eu devo fazer?VocêSó pensa em ajudarQualquer e todo serPra nadaE euSó quero meu quintalPra plantar e regarMais nadaE se me chamaremPode ser que seja o meu dublêE se me perguntaremPai, o quê eu devo fazer?