Alma – Zélia Duncan – Caminho das Índias (novela) – letras

Alma,deixa eu ver sua almaA epiderme da alma,superfície.Alma,deixa eu tocar sua almaCom a superfície da palma,da minha mão,superfícieEasy,fique bem easy, fique sem nem razãoDa superfícielivreFique sim, livreFique bem com razão ou não, aterriseAlma,isso do medo se acalmaIsso de sede se aplacaTodo pesarnão existeAlma,como um reflexo na águaSobre a última camadaQue fica na superfície,criseJá acabou, livreJá passou, o meu temor do seu medoSem motivo, riso…de manhã, riso de nenémA água já molhou a superfícieAlma,daqui do lado de foraNenhuma forma de traumasobreviveAbra a sua válvula agoraA sua cápsula almaFlutua nasuperfície lisa, que me alisa, seu suorO sal que sai do sol, da superfícieSimples, devagar, simples,bem de leve a alma ja pousou, na superfície

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