Alma,deixa eu ver sua almaA epiderme da alma,superfÃcie.Alma,deixa eu tocar sua almaCom a superfÃcie da palma,da minha mão,superfÃcieEasy,fique bem easy, fique sem nem razãoDa superfÃcielivreFique sim, livreFique bem com razão ou não, aterriseAlma,isso do medo se acalmaIsso de sede se aplacaTodo pesarnão existeAlma,como um reflexo na águaSobre a última camadaQue fica na superfÃcie,criseJá acabou, livreJá passou, o meu temor do seu medoSem motivo, riso…de manhã, riso de nenémA água já molhou a superfÃcieAlma,daqui do lado de foraNenhuma forma de traumasobreviveAbra a sua válvula agoraA sua cápsula almaFlutua nasuperfÃcie lisa, que me alisa, seu suorO sal que sai do sol, da superfÃcieSimples, devagar, simples,bem de leve a alma ja pousou, na superfÃcie