Essa é a história de um cabloco do sertãoPessoa simples de humilde coraçãoCuida da terra semeando a esperançaVira criança quando pega um violãoSua casinha, um ranchinho a beira chãoClarão da lua ilumina a escuridãoà madrugada, amanhece o galo cantaE o cabloco se levanta, faz a sua oraçãoE o cantar dos passarinhosInternando-se nos ninhos, na mais linda sinfoniaComo é linda a naturezaDeus preserve essa beleza, o sertão é alegriaNão há, não há, não háCéu estrelado como esse no sertãoNão dá, não dá, não dáPra descrever as coisas belas desse chão(repete)- E o cantar dos passarinhos…