No frevo dança, danceiEntrei até o pescoçoEstava muito mais moçoE quase me atrapalheiE cada passo que eu deiCada fogueira puleiE nunca mais que largueiAquele angu de caroçoQuando cheguei por aquiTroquei a hora do tremPerdi a vez do almoçoE nesse pique, porémEu já não era ninguémNo meio desse alvoroçoE nunca mais que saÃDo fundo daquele poço