Eu ficava imaginandoMe balançando na redeE olhando na paredeAs moças do calendárioEu tinha uns catorze anosE uns calendários da ShellEu todo dia eu me casavaNa mão era alua de melEu era feliz e já sabiaEu só não sabia que passavaA felicidade com os diasNas folhas do calendárioQue eu arrancavaMe trancava no banheiroEra uns banhos demoradosMinha cara só de espinhaSaia desconfiadoE a flha da vizinhaQue eu traçava em pensamentosNa verdade era as galinhasE a jumenta do convento.