Barracão de zincoSem telhado, sem pintura lá no morroBarracão é bangalôLá não existe felicidade de arranha-céusPois quem mora lá no morroFica bem pertinho do céuTem alvorada, tem passaradaNo amanhecer sinfonia de pardaisAnunciando o anoitecerE o morro inteiro no fim do diaReza uma preceAve Maria