Azteca – Camaleônica – letras

Eu souA casa que me couberA casca que envolveO acaso que hoje éO vento que move as coisas sem nomeEu vi outro homemNão!É a casa quem mora em mimEu falo pra chuvaEu danço no ventoO vento me move pras coisas de homemEu vi um meninoEu canto pra um cegoE as vezes me pintoCom as cores de GandhiNas costas de um índioMe finjo divinoE às vezes existo

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