Olha o gado no cercadoOlha o vaqueiro na pistaOlhando queda de boiDe lenço, moça bonitaMontado em cavalo novoVai explorando a coragemDesbravando a peito abertoNo campo segue viagemAboio, sela e coximNo aboio do vaqueiroGibão, perneira de couroFaz ele ser o primeiroà ê ê ê ê êVolta do mato o vaqueiroComo se fosse da guerraTrazendo no corpo o cheiroDa gipirana da serraTrás um bezerro doenteNa maçaneta da selaA vaca preta na frenteE ele aboiando atrás dela**************************Enviado por Luiza – RJ