A cada dia somamos culturasInumerosos incidentes e insistentesPela gota um disparo na menteNo dia seguinte sofremos censuraEu já vivi muito de promessasAgora meto a voz no mic com a alma no beatDesta brisa não fujo me trás um novo hitDo passado eu só quero lembrançasTempo depois dos temposum gajo não perde mais um tempoO vÃrus é proeminenteInstalou-se na sua menteJá ia aos palco, fugia dos camposQueria de longe festejar um diaEu sou do bairro do AmorimNão venho de PequimPequim, Pequim não é aqui mais em fimQuando viver somente de poesiaHá tempos atrás decidi morrerE veio alguém me disse é melhor sofrerCorrer atrás tu tens de aprenderEntender, vender até poder renderEu sou do tempo dos gritosDe tantos contos e mitosAlguns se encontram vivos na memóriaFrutos do passado da nossa históriaNão querÃamos rir só quando criançasDinheiro fruto da nossa desgraçaTempo da salvação do núcleo ativoDa próxima vez rimar no imperativoPara te dar mais incentivoTrazer a ribalta todos os cativosMuitos não queriam que um gajo saÃssePor isto deletavam o que o povo ouvisseOuvisse ouvisse quem disse!Dagaz ten é quem predisse!Brisa deixou levar a minha arte em MarteBrisa deixou levar a minha arte em MarteBrisa deixou levar a minha arte em Marte