Calamidade Pública – Edson Gomes – letras

Nasci no fim do mundoVivo no fim do mundoAqui nesse fim de mundoVivo como um condenadoPois nada sobrou pra mim.Quando a casa caeSinto-me triste demaisPois no meio dos escombrosBem que eu poderia, eu poderia estarMinha família, os meus amigosA minha família estava lá.Todo ano isso ocorreÉ sempre o mesmo corre correTodo ano a hipocrisiaFaz parte dessa agoniaDemagogos, Oportunistas,Vejam as vítimas de toda a inoperânciaDa brutal ganânciaQuando a chuva caiÉ um sacríficio a mais,Agente já não vive em pazE quando essa chuva caiPiora tudo aqui e agente fica assimPedindo clemênciaCorrendo risco, tudo é perigoCorrendo risco, a morte pulsa maisQueremos ajudaaMais não tem ajudaNão temos culpa, de sermos tão pobre assimÉ calamidade públicaQueremos ajuda!Moro no fim do mundoVivo nesse fim de mundo,Rastejo aqui no fim do mundoE sinto um desgosto profundoE muito maaaaissMinha família, os meus amigosAgora estão soterrados, estavam lá.ChuvaaaLá vem ela.Chuvaalá vem ela e vem sem dó.Lá vem, lá vem, lá vem,Ohhhh

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