Canudos – Daniel Zanna – letras

O esquadrão da batalha criou a saga sertanejaO cangaceiro defendeu sua causaO conselheiro benzeu seu povo na pazE na guerra contra o oponenteTodo um exercito contra unhas e dentesO jagunço sangra a terraNo punhal ou navalhaContra canhões cegos de ódio e raivaSubindo cumieiras, quedando precipíciosDividindo vazantes com carcarás e embuzeirosCorta o sertão o esquadrão do pais atrás da moitaOnde o beato profana a fé de todos na terra de ninguémÁguaÁguaÁguaÁgua

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