Quanta saudade sinto da nossa casinhaBem pertinho da pracinha da matriz lá do lugarAinda criança eu vibrava de alegriaOuvindo a melodia dos sinos a tocarQuanta saudade das fogueiras de São JoãoDos arvoredos enfeitados de balãoDaquela gente com pés no chãoFeliz rezandoA bandinha ia tocando no final da procissãoE aos domingos levantava bem cedinhoVestia meu terninho e corria pra capelaRezava apenas uma Ave MariaPorque o que eu queria era ficar pertinho delaQuanta saudade das gangorras de cipóQuando escondia os chinelos da vovóDa escolinha, nove oito, dezesseisAi meu Deus que bom seriaSer criança outra vez