Na beira da praiaSuor, carnavalCapoeira leva o berimbauUm mal encaradoChegou por aliEstava achando-se o talCapoeira jogando, tocando pandeiro.Nem via o malandro vacilandoEm cima da mulher do capoeiraO malandro crescia suas assas.Capoeira não perdoou…e o malandro para roda chamouDeu rabo de arraia, martelo, ponteira…Malandro picava na areiaQueixada, rasteira e salto mortal…E no fundo tocando berimbauFicou esticado na beira da praiaJá não faz mais cara de mal