Carne dos Meus Versos – As Bahias e a Cozinha Mineira – letras

Quando eu nasciNinguém disse nadaTomei muitas palmadasE vi algumas mentirasUm anjo torto até me esnobavaAtravessava a calçadaPedia a mãoMe cuspiaE eu só estava querendo me apaixonarFiquei rebelde com causaPisei no chão como mártirE comecei a gritarMultidões de gargalhadasEnfrentei uma corrente de raivaDesnudei minhas canções com a carne dos meus versosE beijei todas as bocas e mãos que pensaram um dia me abandonarQuando eu nasciNinguém disse nadaTomei muitas palmadasE vi algumas mentirasUm anjo torto até me esnobavaAtravessava a calçadaPedia a mãoMe cuspiaE eu só estava querendo me apaixonarFiquei rebelde com causaPisei no chão como martirE comecei a gritarMultidões de gargalhadasEnfrentei uma corrente de raivaDesnudei minhas canções com a carne dos meus versosE beijei todas as bocas e mãos que pensaram um dia me abandonar

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