à o pauà a pedra atiradaDe mau jeito na testaà peso é quenteà a miséria encostadaNa canção depravadaDo refrão perpetidoQue a paz nunca existiuDaqui eu posso ver o marQue agarra arranca e tira tudo do lugarLambendo as pernas da cidade pelos cantosE fazendo teimosa nas bocas, ruas e marginaisA onça é grande e a vara é curtaO bairro inerte explode e risca o céu com fogoE céu e punho sigo louco desenhando o mundo afoitoMexendo na casa de marimbondoEstrondo, tropeço, o tomboDepois do desgosto danadoDa agonia agudaDa degola do mundoDaqui eu posso ver o marQue agarra arranca e tira tudo do lugarLambendo as pernas da cidade pelos cantosE fazendo teimosa nas bocas, ruas e marginaisA onça é grande e a vara é curtaO bairro inerte explode e risca o céu com fogoE céu e punho sigo louco desenhando o mundo afoitoMexendo na casa de marimbondo