Céu de Abril – A Banca 021 – letras

O barulho que incomoda na esquinaUm projeto de bairro nesse quadradoO azulejo infiltra o amareloCor do passadoUm templo a cada esquinaPra secar de fé os « seus Geraldos »A esperança aqui não falta, nãoNem que esteja no churrasco de sábadoFoi aí que eu viO céu de abrilBrindando o amorNum quintal bagunçadoO céu abriu, longe do marA paz sorriu pra me acalmarO céu abriu, perto do marA paz sorriu pra me acalmarSempre por nósFé na luta e elevaçãoAmor além do coraçãoMeu bloco não para, não tarda, não falhaRala na escala, garra na missãoSou cria do nordeste, carioca da pesteTodo dia na oeste é um testeO dia é tão pesado mas eu sigo tão leveÉ humilde, e pequenaMas nossa nunca falta poesiaÉ tijolo, sem rebocoMas eu amo minha vidaPior de tudo é que tem gente que reclamaNão da valor se tem um teto e uma camaEssa gente doida eu não quero por pertoMas de repente só precisam de afetoAqui é proibido proibirA nossa mente tem que evoluirBagulho é doido, então fica ligadoNesse jogo sujo eu entro preparadoSei que eles vão querer me apontar na falhaMas o punho é cerrado, a rima corta igual navalha(A rima corta igual navalha)Na nossa casa não se pode ouvirVocê dizer que não vai conseguir

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