As vezes quero te dizer que eu te amoMas as palavras não são boas e eu me enganoE falo coisas que não eram pra ser ditasestrago tudo que uma forma esquisita e só… sóE quase sempre você cala complacenteE só me diz já não é como antigamenteE eu que penso que detenho a verdadeNão sou capaz de enxergar a claridadeQue você tem, que você tem,Que você tem, que tem vocêE no delÃrio da burrice que me cegaAs atitudes são avessas e na certaFica esse abismo em mimVocê me reduz a pó com suas flechas secasRetalha a alma e nem apara as arestasEu me debato, mas acabo por vencidaE choro enfim.