Cidadão da Mata – Baiano e Os Novos Caetanos – letras

Meu rancho de palhaMeu campo de malhaUm rosto na talhaE a chuva na caraCidadão da mataEu souCidadão da mataEu souA água na lataA mesa tão fartaPerdido na dataAchei-me na mataCidadão da mataEu souCidadão da mataEu souUm touro na raiaUm potro na baiaA gente não vaiaQualquer um que caiaCidadão da mataEu souCidadão da mataEu souMeu cão minha, minha gralhaA minha pirralhaMeu pão minha tralhaE um velho que malhaCidadão da mataEu souCidadão da mataEu souMeu rabo de saiaComigo na praiaMais se o dia raiaA gente trabalhaCidadão da mataEu souMatador da vilaNão souNão sou…Amo, amo a mata.Porque nela não há preços, amo o verde que me envolveO verde sincero que me diz que a esperança, não é a ultima que morreQuem morre por ultimo é o heróiE o herói, é o cabra que não teve tempo de correr…

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