Se não matas a saudadeQuando morres de vontadeDe pôr à saudade fimà talvez porque preferesTer da saudade o que queresE não me pedes a mimà talvez porque preferesTer da saudade o que queresMas não me pedes a mimA saudade em que me deixasà penhor das tuas queixasPor não dizeres a verdadeBastava que me pedissesDe cada vez que me vissesO que pedes à saudadeBastava que me pedissesDe cada vez que me vissesO que pedes à saudadeO que dás, se me não vêsNão consigo que me dêsPor timidez ou vaidadeE a saudade que vais tendoCom ela vives, morrendoPr’a me matares de saudadeE a saudade que vais tendoCom ela vives, morrendoPr’a me matares de saudadeTalvez seja o que tu queresE é por isso que preferesA saudade em vez de mimMorrendo os dois de saudadeTemos toda a eternidadePr’a pôr à saudade fimMorrendo os dois de saudadeTemos toda a eternidadePr’a pôr à saudade fim