Acordei de madrugadaCom uma inquietaçãoSaà bem de mansinhoPra não dar preocupaçãoPerambulei RuÃna aforaProcurando alguma açãoEncontrei uma meninaZero consideraçãoSegurando uma cervejaE com um mau humor do cãoA garota esbravejou »Aqui não vai dar jogo não »Segui o meu caminhoPercorrendo o calçadãoCabral Osório passou renteDe um casal sem razãoUm carinha ali por pertoCom viola na mãoPediu uma graninhaEm troca de uma sugestãoMal ouvi já fui pagandoEle pediu minha atençãoJogou sua palheta foraE dedilhou uma cançãoThe Unforgiven ecoouAgradando a multidãoWhat I’ve felt, What I’ve knownEmendou no refrãoSegui acompanhandoUm tanto cheio de tensãoReceoso que o caraErrasse a letra ou o padrãoNever free, never meDe repente vi um clarãoCarro desgovernadoVindo em minha direçãoA chapa esquentouMe senti num caldeirãoA vida toda num segundoAté que surge a intervençãoDe um senhor ali por pertoSaindo de uma convençãoAssistiu à quela cenaDeu cabo à minha desatençãoFiquei impressionadoCom aquele cidadãoSalvou a minha peleTe contar, que redençãoResolvi voltar pra casaPalpitando o coraçãoYou labeled me, I’ll label youCantei com paixãoE no caminho lá de casaSem muita discriçãoTava tudo muito escuroDei de cara no portãoO porteiro acordouPediu uma explicaçãoThis fight he cannot winDa noite dei versãoFui então liberadoCom uma condiçãoContar de quem era a músicaQue o cara tocava no violão