Os praga ruim, espicula, identidade secretaAperta o dedo 190 pega, (pega)E da culatra que você criou (criou)O puro roxo da borracha o sigilo a quebradaSirene apagada, fui espancado na noitadaCompô, é bico sujo, vagabundo se não de a fita é lutoArrasto ninguem, eu não so trem e muito menos comboioQue só é macho aos moio, guerreiro sou sempre de olhoMeia peça, tijolo, ja garante meu bolsoE tambem o meu bôco, fumaçou pega fogoPerdi as conta denovo, barraco humilde rebocoAlvo de muito sufoco, tamo junto de novoPra da o segundo troco, pra quem espalha mioloJogou santista seus porco, achou que tava melosoPorcos assassinos robôs, porque que nada mudou?As agressões agravou, de 100, 80 tomboDe fato isso me tocou, o ninho da cova chocôEm mg espalhou, alvo de muito horrorO preconceito de cor, da classe pobre humilde gladiadorDa dor, do amorEntre a barreira que o sistema implantou (implatou)A essio pede voto pra apurar assassino de motoDe blazer e helicóptero, na boa enche meu copoPm aqui é óbito, é meu registro sonoroEscrevi protocoloNão viu, ouviu, achou que eu tava morto, tava mortoSeu pesadelo voltou acorda coração maldosoAcorda! acorda coração maldoso(coração maldoso)Seu pesadelo voltou, acorda cu de fardaCts, destrava as quadradaFalou pros boina cinza, os chapéu de marretaSentinelas, robocops, seguidores do capetaNa calada da noite chute no cu de cuturnoSoco, cassetetetadas na matina no noturno110 a manivela é rodada sem tempo e limiteO bagulho endoida quando a descarga vai pra 220Cavalete, pau de arará, filme do bope, saco na caraMatagal, afoga na água, se digo não sei, tomo coronhadaArmas em punhos, cachorros, coletes a prova de chumboRotam, rota se dizem, os donos do mundoEsses dia dois a paizana me abordo perto de casaFoi logo sacando a ponto 40 e apontando na minha caraDemônios de farda que sabiam tudo de mim até meu nomeO que eu devia ja paguei mas sou perseguido pelos homeInvento no vdm acabou em selvageriaUm maluco foi enforcado deram um tapa na cara da minaAi foi uma guerra, copos e garrafas jogaramO bagulho ficou doido perifa versos soldados4 macabro, desacato, cometido contra a malandragemRepressão policial, fulminantes, demagogos, covardesMais um dia esse bang muda, nois vence esse jogoVai ser fatality, nesses coração maldosoNão viu, ouviu, achou que eu tava morto, tava mortoSeu pesadelo voltou acorda coração maldosoAcorda! acorda coração maldoso(coração maldoso)Não viu, ouviu da boca do povo achou que eu tava mortoSeu pesadelo ta de volta acorda gambé pegajosoQue não acha nada no meu bolso, no baku flagrante forjaForçando os malandro abraça os quilão de drogaServiço de inteligência, policia disfarçadaRotam, tático, rota, rocca e o garraPolicia civil, p2, policia paisanaGeppar, choque o bope militar, desflagrante de bombasNa cova desacatado aos poucos, são exterminadosHumilhados, espancados assim que vive meu povoadoPromotor, pm, politico, boy preconceituosoSão nada mais, nada menos do que, (coração maldoso)Coração de pedra aponto, vo com zé culatraAlmejo vê você morrendo eu eu brindando um vinho na taçaSeus dedos mutilados, sua lingua arrancadaVocê não vê que não adianta, e só atrasaAtrasa o nosso corre, e o corre da quebradaUm presente pra barca, fiseiras espalhadasNa mão a bomba du bão, na outra o pino da granadaVou injetar sua onoreto no coração covardeQue quer meu coração pare quer quer minha boca se caleQuero que os banda te mate, e ninguem te resgateQue o seu caixão lacre, que apodreça sua carnePra nunca mais sair condecorado com audio kawasakiA policia me persegue, mas não deixo a malandragem