Subestimado pelos selvagensCom desejos incontroláveisDe encontrar a realidade fora do mapaVontades e sentidos um tanto inexplicáveisSigo o meu caminho a procura de um destinoDe peito aberto ao inusitadoSinto o vento bater em minha almaCom minh’asas abertas ao acasoBuscando algum sentindo em minha vidaCom um faminto empenho de saberAlgo que ainda não foi descobertoSem perder tempo a confiança vai prevalecerSei que a hora certa esta por virBater de frente com a realidadeCom a sede de jamais desistirE o meu futuro sou eu quem façoCom pensamentos sólidosE minha coragem de açoTento escapar dessa prisão cheia de imperfeiçãoE trago na bagagem, relutância e sistemismoSe arrepender de cometer os mesmos erros outra vezGuiados pela segurança do determinismoBuscando algum sentindo em minha vidaCom um faminto empenho em saberAlgo que ainda não foi descobertoSem perder tempo a confiança vai prevalecerSei que a hora certa esta por virBater de frente com a realidadeCom a sede de jamais desistirE o meu futuro sou eu quem façoCom pensamentos sólidosE minha coragem de aço