Você nunca para um segundoPrá ver que a incerteza é grande demaisVocê vem e vaiCarona no vento das ilusõesSe esquece que a vida é breve assim ela vai.Cada vez maisSeus planos traçados no escuro com seus ideaisTe jogam com a cara no muroE os homens são todos iguaisVivendo só voltados prá si, Deuses banais.Ninguém pode crer no futuroSe vive o presente sempre numa prisãoUm réu sem razãoEngodos de um mundo cego e fatalInventam destinos lendo a solução, na palma da mãoSeus vÃcios, retratos do mundo, lições irreaisTe jogam num poço tão fundoE os homens são todos iguaisVivendo só voltados para si, Deuses banais.Eu sei que você quer desafiarPrá que eu te mostre a saÃdaà fácil dizer os teus erros, tirando o pé dessa dividaMas se eu conheço a verdade prá que te enganar?Teu egoismo te cega e eu já posso enxergarQue a vida está, nas mãos de quem o amor não tem fimSó Deus é quem te ama assimConfia, se entrega e diz: Deuses jamais.