Dracena – Edson Penha – letras

DracenaNos trilhos da PaulistaQuentes trilhos arraiarTais fagulhas infinitasAi de mim, de te deixarEra tarde, sol desmaiaOlho, um só a marejarNa janela, um atalaiaLinha férrea alumiarA poeira afogueadaEncardida, alma castraTerra e lágrima coladaOutro tiro, outra culatraTarde triste acobreadaMedo de enlouquecerMinha sina em ti pregadaAi de mim te esquecerRasga mundo, disparadaCafezais da grande casaAcre, dura férrea estradaDiesel bruto cheira magoaAi de mim, por te deixarNa colina foi que viMeu passado transpassarMeu futuro colidirAi de mim, por te deixarNa colina foi que viOs amigos acenandoUm adeus, volta aquiTudo ali, tudo tão rápidoA fundir…Meu presente é passadoPra guardar eu me perdiE Dracena…Tua resina está em mimTua seiva em minhas veiasVerde, ouro, meu confimE Dracena…Sou teu eu e estou aquiO teu caule é querênciaPara sempre sou de tiE Dracena…Tua resina está em mimTua seiva em minhas veiasVerde, ouro, meu confimE Dracena…Sou teu eu e estou aquiO teu caule é querênciaPara sempre sou de tiO teu caule é querênciaPara sempre sou de ti…

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