Duas Amigas – Campanha e Cuiabano – letras

Vou contá o causo da enxadaQue foi passear na cidadeEncontrou com a canetaQue lhe mostrou lealdadeCaneta disse pra enxadaEu quero a sua amizadePorque sempre há quem faleDa nossa capacidadeA enxada então lhe disseEeu elogio não mereçoEu sou uma pobre coitadaQue na lavoura amanheçoRespondeu logo a canetaIsso tudo eu reconheçoSe um dia precisar de mimMeu prestígio lhe ofereçoA caneta disse francaMuito satisfeita eu tôSomo duas trabaiadeirasComo Deus determinouVocê trabaia na roçaEu no purso do doutorMas lhe devo a finezaDe tudo aquilo que eu souDona caneta, queridaAceite meus cumprimentoNóis sempre trabaia juntoNo progresso e o crescimentoEu trabaio na lavouraVocê no departamentoEu lá faço a produçãoE você o pagamentoDona enxada lhe agradeçoSó tenho que agradecêPois inté depois da morteSe vamos dependeE as cova do cemitérioVocê mesmo vai fazêPois vamos ser duas amigasSempre unidas até morrê

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