Dulcinéia – A Máquina e o Homem – letras

Se cada conto fosse prontoInversamente opostoSe toda vírgula não houvesseHouvesse sempre pontoToda história de amorSeria diminutaTantos momentos esquecidosTantas glórias e lutasNão fosse a vida ser vivida como deve serEm páginas nem sempre clarasTantas vezes puídasCoisas que o tempo faz questão sempre de corroerSempre de corroerHá no amor um tipo estranho de alucinaçãoQue torna até o sábio um completo toloQue vive só a preencher o coraçãoQue troca os dias por horasQue desfaz-se do ouroNão há moinhosQue sejam maiores ou mais fortesQue um sujeito que ama e conta com a sorteNão há loucura ou clarezaTudo é feito de amorSe houvesse luz na tristezaNão haveria dorNão haveria dorNão haveria dor

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