à de barro esse boneco assentadoPreto-velho, pé inchadoNão faz nada por ninguémOnde está, não se move, não levantaNão demonstra esperança, coisa que ele não temà de barro todos que o chamam’santo’, ‘protetor’ e ‘ajudador’Sua vida é esmolarMe admiro vendo o homem que o fezEncurvado, ajoelhado, aos seus pés vem se prostrarAdore não, isso traz maldição!à de barro a Senhora AparecidaQue precisa de andorPara os homens carregaremComo que pode proteger uma naçãoUma boneca de barro?Ela não pode falar!Traz maldição pra quem faz, pra quem adoraMesmo assim alguém se dobra, oferecendo adoraçãoFeliz é a nação cujo Deus é o Senhor!As nações de muitos deuses aguardam fogo abrasadorà de barro um tal de « Bastião »Tão calado e tristonhoSó transmite solidãoTenho certeza que ele pudesse falarDiria: ‘Isso é pecado, parem de me carregar! ‘à de barro, não faz nada por ninguémSe cair, então se quebra, não pode ressuscitarDeus verdadeiro é o Deus de Israel!Deus justo e fiel, Deus que pode salvar!Adore sim ao Deus de Israel!Adore sim, Deus justo e fiel!