Essa donaNão quer sair da minha vidaFeitiço, macumba, rogo de pragaâincicatrizável’ feridaPode parecer estranho, eu nem a conheçoMas só pelo tanto de saco que enche justifico a minha falta de apreçoSeria normal se fosse por um curto perÃodo de tempoMas já há dez anos embaça, irrita, persegue, é um grande tormentoSe o telefone tocaPode ser pra elaE então me tira do banho pelado,Da cama animado, do sonho, do tour à panelaPensei até em lhe dar um pxPra cancelar a sua assinaturaMas vi que não tem mesmo jeitoE que nada é tão simples nessa conjunturaLanço então aqui o meu manifestoEm forma de simples e polida mensagemPara que sensibilize toda essa genteAntes que eu diga alguma bobagemMúmia, palhaço,Asno, idiota, topeira, jumento!Tente teclar certo na bagaçaVê se me erra e dá uma dentro