O que podia não fizO esmalte, a cinza queimouQuando, a máscara, fui retirarSe apegou em mimSempre uma coisa defronte da outraTão inútil como a outraE o impossÃvel tão estúpido como o realSempre isso ou outra coisa ou nenhuma coisa ou nem outraSempre isso ou outra coisa ou nenhuma coisaO que podia não fizO esmalte, a cinza queimouQuando, a máscara, fui retirarSe apegou em mimSempre uma coisa defronte da outraTão inútil como a outraE o impossÃvel tão estúpido como o realSempre isso ou outra coisa ou nenhuma coisa ou nem outraSempre isso ou outra coisa ou nenhuma coisa ou nem outraSempre isso ou outra coisa ou nenhuma coisa ou nem outraSempre isso ou outra coisa ou nenhuma coisa