Deixa que minha mão errante adentre atrás, na frenteEm cima, em baixo, entreMinha América, minha terra à vistaReino de paz se um homem só a conquistaMinha mina preciosa, meu impérioFeliz de quem penetre o teu mistérioLiberto-me ficando teu escravoOnde cai minha mão, meu selo gravoNudez total: todo prazer provém do corpo(Como a alma sem corpo) sem vestesComo encadernação vistosaFeita para iletrados, a mulher se enfeitaMas ela é um livro mÃstico e somenteA alguns a que tal graça se consenteà dado lê-la