Treze anos feitos, começaram os defeitosDezasseis ainda mal feitose conhecem-se outros peitosTreze anos feitos, começaram os defeitosDezasseis ainda mal feitose conhecem-se outros peitosVinte, vinte e um e uns em vãojá não os tens na mãoJá vais nos vinte e doisvinte e três e vinte e quatroE agora cais de quatro, vinte cincoE entretanto, trinta e poucos, trinta e tantoAgora é que já não sou santotenho vindo a pecarAi, não aguentoNão aguento, falta tempoFalta tempo, falta ventaE dás por ti nos quarentaNão sei se quero vintenão sei se quero sessentaTanto faz, tanto me dácomo está ninguém aguentaTreze anos feitos, começaram os defeitosDezesseis ainda mal feitose conhecem-se outros peitosVinte, vinte e um e uns em vãojá não os tens na mãoJá vais nos vinte e doisvinte e três e vinte e quatroE agora cais de quatro, vinte cincoE entretanto, trinta e poucos, trinta e tantoAgora é que já não sou santotenho vindo a pecarAi, não aguentoNão aguento, falta tempoFalta tempo e falta ventaE dás por ti nos quarentaNão sei se quero vintenão sei se quero sessentaTanto faz, tanto me dácomo está ninguém aguentaFalta a verdadeFalta a verdadeNesta coisa a meia idade