Eu Não Sou Um Número – D8 – letras

Correndo maneirasExplicar para a minha menteInconsciente sobre o presenteSou inocenteInicio, com a participaçãoRoteiro turistico da obrigaçãoÁ loja do cidadãoA longa visitaSuscita uma sensação nunca vistaO ambiente criou1 Emoção mistaSou 1 puto a viver o cultoDe ser adultoPor outro ladoA alegria deu lugar a um surtoDe tristeza, somadoÀ espera de horas a fioExistem dez balcõesMas nove estão vazios!Ninguém reclama?Ninguém estranha?Incomodado, retiro a senhaEspero pela minha vez e ela que venhaFui chamadoA questão ficou para depoisEla chamou-meO que desejaSenha 422?Não sou 1 númeroNem nada igualSou 1 cidadãoExijo que me tratem como talNão caio nos vossos esquemasIsso é o cumuloRepete comigo se concordasEu não só 1 númeroSe ninguém diz nadaEu reclamo entãoNão aceito tratem cidadãosCom 1 fórmula de proporçãoMaior o númeroMais longe ficas do balcãoE a margem de erro3 Tolerância e foi tudo em vãoManifesto contraEsse tipo de esquemasAs senhas são só a montraDe 1 grande sistemaPassamos a vidaDesde a nascença rotuladosBatizado, ordenadoE se correr mal nº de desempregadoAceitas como sempreCoisa ridículaVês o valor de uma pessoaPela posição do zero na vírgulaÉ necessário uma revoluçãoMas até este protestoDeve ter número de identificaçãoE nós deixamosE não criamos as nossas marcasHoje não há nomesSomos códigos de barrasE chama-me de jovemQue vive numa ilusãoMas eu exijo, não sou um númeroTratem-me como um cidadão

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