Onde passamos uns dias não tem dinheiro que pagueà uma fazenda perfeita que se mexer nela estragaLá nós comia e bebia, cantava nas horas vagasPrecisamos descansar senão a nossa mente apagaLá tão longe dos perigos na fazenda do amigoSenhor Adelino BragaNaquela terra vermelha, terra roxa é terra puraTem muitas vacas de leite e o pasto é capim gorduraSua esposa, dona Dida, é uma linda criaturaDo leite faz requeijão, queijo fresco e meia-cuiaO João Carlos e a Janete toda semana repeteFaz melado e rapaduraLá escutei o inhambuzinho piando na cabeceiraO cachorro perdigueiro revirando a capoeiraA convite do Adelino ficamos a semana inteiraMeu Deus quanta gente boa, quanta gente hospitaleiraA paixão que eu senti foi da morena que eu viVou lembrar a vida inteiraSenhora Adelino Braga prazer ter te conhecidoNa cidade de Ipê é o fazendeiro queridoJunto com outras pessoas lá estivemos reunidosPro prefeito da cidade cantamos versos sentidosDos carinhos e atenção que tivemos neste chãoFicamos agradecidosZeca Andrade na viola faz versinhos com prazerE o Russo com a Mariana chegam bem perto pra verSenhor Adelino Braga foi tão bão te conhecerO Caetano Erba manda um abraço pra vocêsO Cacique e o Pajé logo assim que Deus quiserVolta a cantar e rever