Aquela casa hoje tapera caÃdaPelo mato invadida de tão véia que ela éAquela casa que se vê esburacadaSeu moço, já foi morada do antigo rei do caféAli na frente aquele muro caÃdoO chão todo destruÃdo que o tempo veio arruináJá foi terreiro onde o sol de antigamenteFazia muito mais quente pra todo o café secáAquele rancho todo feito de tijoloEra o rancho do monjolo que batia sem cessáHoje o coitado vendo todo esse abandonoComo arruinado sem dono nunca mais pode cantáAquela serra e toda aquela baixadaEra tão verde plantada, agora tudo morreuTá vendo, moço, o que resta do passadoà um caboclo arruinado, o fazendeiro fui eu