Não sei porque a guerraNão sei porque a fomeQue mundo é esseEu sou filho do homemNão sei porque a guerraNas ruas do sub mundoSobreviventeEu sou filho do mundoQue mundo é esseAonde estamosVejo os seus filhos protestandoE se armandoA paz não está tão longeDo seio dessa terraNas escolas, nos camposNos centros, nos guetos das favelasNão sei porque a guerraNão sei porque a fomeQue mundo é esseEu sou filho do homemNão sei porque a guerraNas ruas do sub mundoSobreviventeEu sou filho do mundoEu seiQue a nossa juventude passa malQue morre no nordeste, uma par no carnavalEu seiQue ostentação gera aproximaçãoMas não veio pra nos a cota em promoçãoChamaChama o pastor e o padre pra rezar pra nósO orixá que a mão preta manifesta a vozAs tiazinhas as criançasNum gesto de esperançaContra a matança usandoCabelo com trançaà meu povãoOs gladiadores da naçãoMais de uma tonelada em cada refrãoCobrando o que é de leiO que é nosso até os ossosFazer com lealdade a justiça, eu possoE é pancada porrada na playboyzadaMaioral no capital fez da casa grande senzalaQue transformou o álcool na maior das guerras friasà o crime de gravata vence cancera friaEntão ria playboy riaQuando eu saia as cinco da manhã pra ganhar o pão do diaEntão hoje eu canto rapO comentário é que eu to ricoQue o rap da dinheiro que eu vou cola onde eu ficoEntão vai zé polvim você não sabe o que você querSe o seu negócio é homem ou é muiéSe cola com os sangues bomOu dança axé na praçaEu sou a famÃlia dos monstro nem embaçaNão sei porque a guerraNão sei porque a fomeQue mundo é esseEu sou filho do homemNão sei porque a guerraNas ruas do sub mundoSobreviventeEu sou filho do mundoQue mundo é esseAonde estamosVejo os seus filhos protestandoE se armandoA paz não esta tão longeDo seio dessa terraNas escolas, nos camposNos centros, nos guetos das favelasNão sei porque a guerraNão sei porque a fomeQue mundo é esseEu sou filho do homemNão sei porque a guerraNas ruas do sub mundoSobreviventeEu sou filho do mundo