Magal tubertini:à mina, tu tá pensando no que já passouVendo que a consequência disso ainda não acabouLembrando da infância tão bela como uma florCom saudade do tempoEm que seu pai te chamava de amorTudo mudou e mudou tudo tão de repenteCresceu no mundo tão bela, tão pura e inocente14 Anos focados em estudarFazer curso de inglês e em medicina se formarE tava bom, tava bom demais pra ser verdadeCuriosidade crescendo junto com a idadeNo meio das amigas ela sempre foi a bobinhaMas queria fazer tudo aquilo que elas faziaE mal sabia que não passava de uma armadilhaDespertando o desejo de fazer as coisas escondidaOs pela nem queria saber se era de famÃliaJogo várias mentira na mente daquela minaQue acreditou, colocando mó fé no amorNa cama se deitou e de primeira engravidouE começou, começou a dança com inimigoSe ele conduz quando o som para tu tá fodidoDias voando e tava difÃcil disfarçarBota uma roupa larga pra barriga camuflarE foi difÃcil quando o papai teve uma surpresaQuis abortar a criança e deixa ali em cima da mesaTu disse assim « pai ele já é tudo pra mim! « Então pega seu tudo e pode ir embora daquiFoi curto e grosso, dava pra ver o ódio no olhoA janela da alma tava expressando o desgostoTu acha pouco? mano eu vou fala mais um poucoAgora tá na rua alguém que era pra tá na globoParece um filme, mas só que esse ninguém filmouO pela que eu falei foi o mesmo que ela colou2 Quartos e 1 banheiro lá no meio da favelaApaixonada num viciado de pó e pedraDeixando seu palácio pra poder viver na merdaMas cheia de vontade de se vingar da misériaEra guerreira do estilo pau pra toda obraVirou madeira podre quando se envolveu com drogaE aquela criança que nasceu linda de olhos azuisVivia num barraco que à s vezes faltava luzNão é problema e nem motivo pra esculacharMas seu pai viciado nem queria trabalharQueria ficar louco pra depois ouvir uns funkQuando faltava droga ainda batia na mamãeQue tava louca, nem podia te da umas roupaNo fundo ela sabia que caminhava pra forcaBagulho doido, dois viciado até o ossoDescolava uns trocado metendo a fita nos outrosMas eu sabia que tudo aquilo ia acabarCuzão perdeu a linha e começou se endividarVida sofrida, única arma era a mentiraPra afastar os cara e proteger tua própria vidaNum triste dia ele levou o neném pra dar uma voltaSem desconfiar que aquela não era uma boa horaTronbro com os cara cheio de ódio no coraçãoDescarregaram os pente e deixou dois corpos no chãoA vizinhança disse que no chão tinha muito sangueMas tudo que eu via era um pela e um diamanteE nessas horas fica difÃcil até de contarMas já que comecei eu vou ter que terminarEla perdeu a cabeça sem saber lidar com aquiloAi que acabou a tal dança com inimigoAquela fato não foi o bastante pra ela pararCheirando até umas hora com intenção de se matarE conseguiu numa madrugada encontrou com a morteA linda flor murchou no jardim com overdoseVirou uma suicida, sem seu filho e sua famÃliaJogada na cozinha, agora tu tá sozinha