Primeiro não havia nadaNem gente, nem parafusoO céu era então confusoE não havia nadaMas o espÃrito de tudoQuando ainda não haviaTomou forma de uma jiaEspÃrito de tudoE dando o primeiro puloTornou-se o verso e reversoDe tudo que é universoDando o primeiro puloAssim que passou a haverTudo quanto não haviaTempo pedra peixe diaAssim passou a haverDizem que existe uma triboDe gente que sabe o modoDe ver esse fato todoDiz que existe essa triboDe gente que toma um vinhoNum determinado diaE vê a cara da jiaGente que toma um vinhoDizem que existe essa genteDispersa entre os automóveisQue torna os tempos imóveisDiz que existe essa genteDizem que tudo é sagradoDevem se adorar as jiasE as coisas que não são jiasDiz que tudo é sagradoE não havia nadaEspÃrito de tudoDando o primeiro puloAssim passou a haverDiz que existe essa triboGente que toma um vinhoDiz que existe essa genteDiz que tudo é sagrado