Herança Nordestina – Danilo Moraes – letras

Quando no sertão, bacalhau trisca a zabumbaSai faíscaPorque a chuva há muito tempo não cai, nãoBate doze horas e o estômago já cantaO triângulo se apronta pra muita confusãoSe o poeta canta coco no pandeiroEle tem o mundo inteiro na palma da mãoQuando a gente dança, a gente leva na lembrançaQue o povo nunca cansa de música inventarQue a saudade é nossa grande herançaAquela fome de criança de fazer tudo girarGirar, girarE ver tudo mudarGirar, girarAté o sol raiar

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