Como será pois se ardiam fogueiras?Com olhos de areia quem viu?Praias, paixões fevereirasNão dizem o que junhos de fumaça e frioOnde e quando é jenipapo absoluto?Meu pai, seu tanino, seu melPrensa, esperança, sofrer prazeriaPromessa, poesia, MabelCantar é mais do que lembrarà mais do que ter tido aquilo entãoMais do que viver, do que sonharà ter o coração daquiloTudo são trechos que escuto: vêm delaPois minha mãe é minha vozComo será que isso era, este somQue hoje sim, gera sóis, dói em dós? »Aquele que considera » a saudadeUma mera contraluz que vemDo que deixou pra trásNão, esse só desfaz o signoE a « rosa também »