Na neve mais pura escrevoAs saudades do meu mar:Tenho saudades da areiaBranca de neve ao luarTenho saudades da areiaBranca de neve ao luarTenho saudades do ventoQue sopra breve, indecisoLeve como um pensamentoDo céu azul, calmo e liso.Leve como um pensamentoDo céu azul, calmo e liso.Tenho saudades das ondasDas conchas e das sereias.Aqui as ondas são poucasE vivem paredes meiasAqui as ondas são poucasE vivem paredes meias.No coração com a saudadeDe não ver o mar sem fim(Quando não posso cantarTenho saudades de mim)(Quando não posso cantarTenho saudades de mim)