Martelo Bigorna – Lenine – Caminho das Índias (novela) – letras

Muito do que eu façoNão penso, me lanço sem compromisso.Vou no meu compassoDanço, não canso a ninguém cobiçoTudo o que eu te peçoÉ por tudo que fiz e sei que mereçoPosso e te confessoVocê não sabe da missa um terçoTanto choro e prantoA vida dando na caraNão ofereço a face nem sorriso amareloDentro do meu peito uma vontade bigornaUm desejo marteloTanto desencantoA vida não te perdoaTendo tudo contra e nada me transtornaDentro do meu peito um desejo marteloUma vontade bigornaVou certoDe estar no caminhoDesperto.

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