Nem a loucura do amor, da maconha, do pó, do tabaco e do álcoolVale a loucura do ator quando abre-se em flor sob as luzes no palcoBastidores, camarins, coxias e cortinasSão outras tantas pupilas, pálpebras, retinasnem uma doce oração, nem sermão, nem comÃcio à direita ou à esquerdafala mais ao coração do que a voz de um colega que sussurra merdanoite de estréia, tensão, medo, deslumbramento, feitiço, magiatudo é uma grande explosão, mas parece que nãoQUANDO é o segundo diajá SE disse não foi uma vez, nem três, nem quatronão há gente como a gente, GENTE DO teatrogente que sabe fazer a beleza nascer pr’além de toda perdagente que pôde entender para sempre o sentido da palavra merdamerda, merda pra você, desejo merdamerda pra você também, diga merda e tudo bemmerda toda noite e sempre, amém.