(refrão)Homo, homo sapiensRobô, robôs nascemHomo, homo sapiensRobô, robôs morrem(alan dub)Eu vejo meros mortais à beira de um precipÃcioIndÃcio, que comprova o que foi dito desde o inÃcioDesperdÃcio de um ofÃcio a humanidade fracaSe rende ao vÃcioDe um senso fictÃcio e sem sentidoE o mais difÃcil nessa porra é sobreviverEles morrem como se não tivessem vividoE vivem como se não fosse morrerAdere à isso, mesmo sendo ridÃculoJunta experiência sem essência e joga no currÃculoà tÃpico, esse estÃmuloMas como caixão não tem gaveta jãoEu te pergunto, o que cê levouE, pra que cê levou e quanto cê levouE, o que cê deixou e ai compensouE Deus te perdoou e sua alma salvou, salvou?Quando te sobrou ganância e te faltou amorA humanidade é foda se afogaE se enforca com a própria cordaJá deu a cota de viver de chacotaE antes mesmo do meu beck virá moda, o que é fodaà que esse mundo imundo, já era bem pior que droga(refrão)Homo, homo sapiensRobô, robôs nascemHomo, homo sapiensRobô, robôs morrem(nobru)Vejo servos de seus egos, caminham pra trilha escuraComo pregos que acham certoSe afundar nas suas torturasIrmão, mente imatura, a vida é dura e o mundo loucoUm querendo o que é do outroE todos se contentam com poucoaà mundão escroto, ouço gritos de sofrimentoInabalável eu sigo o jogoPra não me entregar ao venenoVai vendo, como minha luta é mais que putasE salva de palmasà saber agir com o corpo, mas sem torturar minha almaCalma, não vai na ideia que o amanhã vai melhorarBrincam de Deus, é coisa sériaPra fazer tu não acordar, rapazVou mais além mas sem querer o mal de alguémTriste quando te querem bemNas alturas que lhes convémVem, vivão e vivendo de modo subversivoJamais submerso, confessoJá quase me entreguei à issoAplico, ativo, orar, resgatar virou compromissoQuando a beira do precipÃcioVejo seres entregue a vÃciosLixos, porcos fardados e seres são rotuladosà fácil culpar o governo, quando seu termo é sistemáticoErmo, mas indomável, implacável, nas minhas açõesAntes chorar com a verdade, que sorrir nas ilusões(refrão)Homo, homo sapiensRobô, robôs nascemHomo, homo sapiensRobô, robôs morrem(twixx)Veja só, nem tudo é o que pareceQuem te espera pode ser alguémQue você não esperava serMe sinto estranho, sem saber aonde estouSem saber pra onde vou, sem saber de nadaQue não deva saberVisto a carapuça, quando dizemQue um dos nossos não conseguirá e deve desistirPessoas fracas, mentes fracasSão mil facas pelas costasUm laço no tornozelo que te impede de seguirCorrentes quebrarão seus cadeadosJá não tranca mais as portas que meu Deus do céu abriuPodem me prender suas grades alimentam minha menteNem sob tortura eu entregarei em mãos erradasE a mente do vilão é o que nos deixa um passo à frenteSou brasilA voz de assalto, num dia normalUm pião do jogo de um xadrez realUm pote de cola no fim do arco ÃrisDe onde nóis vem, cê dá bem pelo mauSomos meros mortais, meros mortaisMeros mortais, mente, coração e essênciaSomos todos mortais, todos fataisSomos poucos mais bem loucosCausa e efeito da existência(refrão)Homo, homo sapiensRobô, robôs nascemHomo, homo sapiensRobô, robôs morrem