Sempre que a saudade apertaVou ligeiro pego a reta e vou visitarMinha cidade e a famÃliaCorrer lá no campo e ver o CarcaráA noite toque de sanfonaBem no pé da serra só dar eu e elaLá na serra do Cruzeiro és à flor do meu SalgueiroTerra de Manoel de SáNa barragem da canoa navegueiNa Serra da Onça atireiNo Açude velho me banheiCaà na foliaDo sertão a seleçãoBrilhou Manoel TobiasE Zé Nilton deu o tomZezito escreveuE eu vou puxando o foleOs homem não deu moleO progresso está aÃVejam a transposiçãoVinha do coração as frases de CarreroNo couro só Zé do MestreE no meu carnaval Mestre Jaime é sem igualE Ciro vai pintando o sete.