Todas rotas vão apagarEsses frutos vão perecerCriaturas surdo-mudas vivem lá fundoNo fundo do fundo do marE o motim ergue a prancha pra mimAbre a boca, monstro do marSob um céu de deuses hostisTira a vendaEu não nego – eu vi, eu vi!Um peixe estranho, nas águas, piscou pra mimDou um passo à beiraEu vejo a terra incógnitaQuebra azulà só cascaOlho cruOvo mundoCriaturas surdo-mudasLambem beiçoMostram os dentesMas quando eu puloCantam